sábado, 19 de dezembro de 2009


Todo estilo musical tem seu momento de gloria. Pode ser no começo, quando muitas bandas estão lutando por uma espaço. Pode ser no meio, quando um evento une as bandas num propósito. Raramente é no final, o que é curioso, pois neste momento o estilo estaria tão desgastado que ninguém apostaria um centavo e alguém viria e mudaria tudo.

O exemplo mais forte que sempre me chama atenção foram dois encontros de bandas de thrash metal para fazer uma turne pelos Estados Unidos e Europa, que acabou aportando em terras brasileiras. O momento de gloria do thrash nasceu por volta do final dos anos de 1980, começo dos anos de 1990. Depois disso algumas bandas mudaram, outras acabaram e algumas ainda buscam aquele som perdido.

No meio dos anos 1990 um novo estilo explodiu no mundo metálico. Aqui vale uma observação importante "a banda Helloween surgiu no inicio dos anos de 1980, com grande sucesso, mas explosão do estilo só veio na década seguinte". Com riff rápidos, os pedais duplos se transformaram numa máxima, tanto neste estilo quanto em outros, os teclados aparecem com mais facilidade, a maioria das bandas tem dois guitarristas, poucas com um, vocais agudos, sendo usados até a exaustão. Os temas também terão um ponto em comum: medievais ou mundos paralelos, ou seja, se este mundo aprisiona, tormenta ou mesmo não reconhece a força que tem, vá para um mundo distante, onde a magia impera, o valor de um homem é pontada na sua espada e na sua coragem. Bem-vindo ao mundo do Metal Melódico ou Power Metal.

As bandas de Melódico são em sua maioria da Europa como os alemães do Helloween, Blind Guardian, Gamma Ray e Edguy, os filandeses do Stratovarius e Sonata Artica, os italianos do Rhapsody of Fire. Mas temos também os estadunidenses do Kamelot e os brasileiros Angra e Shaaman (o vocalista Andre Matos esta presente nas duas bandas).

Mas bem... o assunto é o grande momento do estilo e neste caso vamos a Avantasia.

Tobias Sammet, líder do Edguy, reuniu alguns nomes do Power Metal para contar uma história onde temos o conceito fantástico do medieval, uma terra mistica chamada Avantasia, para onde nosso personagem é levado, de sua terra real. A luta entre o bem e o mal aparece em cada instante. Onde esta o grande momento?

Simples, é a união de vários artistas para um projeto. Originalmente não tinha apresentações ao vivo, visto que não teria como reunir todos os participantes, mas Sammet fez uso da sua banda para tocar algumas músicas. Tem tudo que o Metal Melódico possui, literalmente. O primeiros albuns são "The Metal Opera Pt. I e II".

Sammet voltou com Avantasia em 2007 para lançar "Lost in Space part I & II", sem a união dos vários vocalistas e com uma banda mais fechada. O tema continua o mesmo, "Vamos deixar este mundo e partir para o reino místico de Avantasia". Em 2008 foi lançado Scarecrow, que nada tem haver com uma Opera Metal, não conta história nenhuma, mas o curioso é que ganhou prêmios na Alemanha.

Avantasia é a união de Avalon (Terra mítica do lendário Rei Arthur) com Fantasia (do filme História sem Fim). Em sua história temos a união de eventos e personagens reais com ficção.

Depois do primeiro album do Avantasia, o estilo ganhou um segundo fôlego, mas perdeu a força. Hoje temos bandas que lançam seus albuns, seja por conta da fama que conseguiram, seja por continuarem a acreditar no estilo. Mas Sammet deixou sua marca ao unir tanta gente boa ao seu lado, abaixo uma pequena relação de quem esta no Avantasia:

Tobias Sammet como o noviço Gabriel;
Michael Kiske como o Druida Lugaid Vandroiy;
David DeFeis como Frei Jakob;
Sharon den Adel como Anna Held;
Rob Rock como Bispo Von Bicken;
Oliver Hartmann como Clemens IX;
Andre Matos como o elfo Elderane;
Kai Hensen como o anão Regrin;
Timo Tolkki como a Misteriosa Voz da Torre;
Bob Catley como a Ávore da Sabedoria;
Ralf Zdiarstek como o Oficial de justiça Falh Von Fronberg;
Jorn Lande;
Amanda Somerville;
Alice Cooper;
Roy Khan;
Hnejo Ricther;
Jens Ludwig;
Norman Meiritz;
Markus Grossfopf;
Eric Singer;
Alex Holzwarth;
Sascha Paeth;
Rudolf Schenker.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Arruda cai - Roriz feliz


Dias atrás falei que o ano eleitoral de 2010 seria um ano quente no campo politico. Passado alguns dias, uma bomba se abateu sobre José Roberto Arruda, o mensalão acabou com a disputa. Em algum lugar do Brasil Joaquim Roriz esta feliz.

Arruda errou pela segunda vez, tem gente que não aprende. Caiu quando era Senador. Agora cai como governador. Será que terá outra chance na vida pública? Apenas o tempo dirá, mas neste momento ela fica mais longe. Por outro lado Roriz esta feliz, afinal, Arruda era seu principal adversário político, era, pois não vai poder se candidatar ao governo.

Quem sai perdendo com a possivel e certa vitória de Roriz?

1. A população do DF, pois o governo de Roriz faz pouco pela cidade, e possivelmente não será diferente.

2. O PMDB, que já teve Roriz em sua legenda, e apostou em Arruda, ficando contra Roriz, terá possivelmente três opções: apoiar um canditado de outro partido ou lançar um proprio; ficar neutro, o que acredito que será impossivel; baixar a cabeça e buscar apoiar Roriz.

Como é se sentir usado? Os jovens do DF estavam no centro da briga, indo a Camara, fazendo passeata, sendo atacado por policiais e aparecendo nos telejornais. A quem eles ajudaram? A Roriz, pois a ação deles foi determinante para o caso se espalhar e a queda de Arruda. Espero que Roriz olhe para os jovens em seu futuro mandato.

Um parabéns a Polícia Federal que soube trabalhar em sigilo.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Atheist


Época: Final dos anos 1980 inicio de 1990.
Local: Florida - Estados Unidos

Um estilo musical agressivo foi lançado. Riff's pesados. Vocal gutural. Bateria forte. As letras eram em sua grande maioria falavam de morte, guerra, satanismo ou problemas sociais. O estilo é o Death Metal. Entre as principais bandas temos: Death, Obituary, Deicide, Canibal Corpse entre tantas outras, mas uma banda em especial foi além.

O banda em questão começou como R.A.V.A.G.E, lançou alguns demos mas sem chamar muita atenção. Após uma mudança de nome para Atheist: Kelly Shaefer – vocal e guitarra, Roger Patterson - baixo e Steve Flynn –bateria lançaram seu primeiro álbum em 1988 nos EUA e depois lançado na Europa em 1989, Piece of Time. O estilo padrão do Death, mas nada muito estranho ou diferente.

A banda conseguiu uma boa repercussão no cenário, mas um acidente de carro tirou a vida do baixista Roger Patterson. Para seu lugar foi chamado Tony Choy.

Logo em seguida os Ateus partiram para o segundo álbum, Unquestionable Presence de 1991. Aqui as mudanças acontecem. Logo na primeira faixa a explosão, Mother man fala de um mundo que pede por salvação. A banda ainda é muito Death, mas a novidade são os momentos de jazz, de forma sútil se pode sentir um baixo ou mesmo uma guitarra diferente. A capa também chama a atenção, pois não tem as velhas imagens de destruição e sim uma criança em posição de oração.

Os membros se separam e por conta de uma regra contratual o Athiest volta e lança Elements em 1993 para se separarem novamente. Neste momento Shaefer, Flynn e Choy foram alem das inovações do segundo álbum. As letras são ecológicas, os elementos estão presentes na capa e nas faixas. Samba Briza, Air, Green, Mineral, Animal, Water são faixas que não deixa nenhuma dúvida sobre a motivação do álbum. O jazz esta presente em todas as faixas, podemos até acreditar que conseguiram a união perfeita da batida do Jazz com a porrada do Death.

Com o passar dos anos já foram feitas algumas voltas da banda, mas de certo só o lançamento do DVD Unquestionable Presence: Live At Wacken em 2009, ao qual eles dão uma aula de virtuosidade e competencia.. Possivelmente para 2010 teremos um novo album. Por conta de uma tendinite e da Síndrome do Túnel de Carpo o Shaefer não esta tocando guitarra, apenas cantando.

A formação atual: Kelly Shaefer, guitar - Tony Choy, Bass - Steve Flynn, drums - Chris Baker, guitar.

sábado, 14 de novembro de 2009

Política: O bicho vai pegar no DF 2010


Primeiro vou ser claro... nada esta definido de forma clara, então vou ser uma espécie de profeta do Caos.

Tudo começou numa reunião do PMDB, um partidário disse que o partido vai apoiar o governador Arruda em uma possível candidatura para o governo de 2010. O politico Roriz não gostou e partiu para o ataque dizendo que seria candidato. Resumo desta discussão: O Roriz deixou o PMDB e agora no PSC (Partido Social Cristão) já se declarou candidato ao governo para 2010.

O atual governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda dos Democratas, se for candidato, mas pelo visto será candidato, terá como aliado o poderoso PMDB e a maquina ao seu dispor, se alguém tem dúvidas é só olhar a quantidade de obras concluídas para o ano de 2010, seja elas do governo Federal ou do GDF. A equipe de propaganda do governo Arruda procura cada evento, cada ação para afirmar a postura do governador e apagar os feitos do seu principal adversário.

Então como ficam os partidos de "esquerda" do DF... Perdidos. Ou vão aceitar uma coligação com um dos dois candidatos ou vão amargar uma derrota na primeira fase da eleição, pois os dois nomes de maior força dentro do cenário brasiliense são Roriz e Arruda.

Quem vai decidir esta parada? Acredito que serão aqueles que só são lembrados durante as eleições, a classe humilde e esquecida deste amando quadrado onde vivemos e os partidos da esquerda.

Que rolem os dados.

sábado, 10 de outubro de 2009

Pain


Existem bandas que não tem como, ela te pega pelo pé e não mais pra largar... pelo menos por um bom tempo... ela fica martelando na sua cabeça. Mas e quando a banda é na verdade um projeto de um músico?
Existe uma banda na Suécia Hypocrisy de metal, em atividade desde de 1990, já passaram pelo Black/Death extremo e hoje fazem um Death bem trabalhado, seus temas vão de problemas sociais e anti-cristianismo a ufologia.
Em 1996, Peter Tägtgren, o líder da banda, lança um projeto paralelo intitulado apenas Pain. Com uma proposta bem diferente do Hypocrisy, este projeto possui apenas um único membro, ele. Aqui Peter executa: Guitarra - Baixo - Sintetizadores - Bateria - Vocal. O som ainda tem muito da agressividade das guitarras metálicas, mas agora entre em cena sons mais technos, em algumas passagens podemos sentir até um certo estilo gótico dos anos '80 no ar.
O lance curioso é que apesar de gostar muito do Hypocrisy, o Pain definitivamente acabou conquistando um espaço da minha barulhenta discografia.
As letras vão das velhas brigas com a sociedade conservadora, passando por crises pessoais, mas não ficam presas a estes cliches de bandas de metal. Em Just Hate Me, por exemplo, temos o oposto das músicas de amor, "Eu não gosto mais de você". Em Not Afraid to Die, o objetivo é dizer: "não temos medo da morte, estamos aqui para viver".
O último album do Pain, Cynic Paradise, tem participação de Anette Olzon, atual vocalista da banda Nightwish em duas faixas.
Após lançar um disco do Pain, Peter chama alguns músicos para fazer algumas apresentações. A banda tem vários vídeos no youtube e sua discografia é baixada com uma certa facilidade.
segue abaixo a discografia, até o momento, pois o Peter trabalha como um insano:
Pain - 1996 (o mais difícil de achar)
Rebirth - 2000
Nothing Remains the Same - 2002
Dancing Wiht the Dead - 2005
Psalms of Extinction - 2007
Cynic Paradise - 2008

domingo, 13 de setembro de 2009

Vivendo

Após dias de ausência estou de volta, finalmente podendo falar um pouco sobre estar vivo...
Acredito que estamos aqui, neste plano físico, por algum motivo, que obviamente nós não sabemos o motivo.
A alguns dias passei por uma experiência de vida e morte... ao qual só posso falar que quase fui... comentar o fato em si não tem muita importancia neste momento, mas sim a sensação de estar aqui e saber que tem gente que senti sua falta e lhe quer bem.
Faz um tempo que já notei que alguém lá em cima me quer por aqui, o motivo: sei lá... poderia citar um milhão de coisas, mas de nada adiantaria.
Continuo sendo uma força da natureza... isso pode parecer estranho, mas sendo, olho pra vida da seguinte forma, "Ou você vive... ou ela te devora", simples. Quero continuar vivendo no ritmo correto.
Posso ler louco, mas não sou burro. Sair de motocicleta, me lançando na frente dos carros é burrice. Caminho com segurança... tenho uma mãe, que já esta na "Melhor idade" e um filho que depende de mim. Não posso me dar o luxo de querer partir agora.
O que significa estar vivo? Um dia vou saber. Mas enquanto não descubro... morrer é algo que não vou provocar.
Agradeço a todos que se preocuparam com a minha pessoa nestes dias finais de agosto e começo de setembro de 2009. Se é que alguém vai ler estas linhas um dia.... hehehe!

domingo, 30 de agosto de 2009

10 músicas para pensar na vida.


Talvez pelo que aconteceu nos últimos dias, esta é uma lista que me faz pensar sobre a vida. Sobre os eventos incomuns aos quais nos somos colocados.

Agradeça aos bons deuses do além pela vida que tem.

Acredite, as vezes é bom fazer isso.


10. Adriana Calcanhoto = Devolva-me

09. Mil Perdões = Ney Matogrosso

08. Cotidiano = Chico Buarque

07. Como nossos pais = Elis Regina

06. Esses moços (pobres moços) = Gilberto Gil

05. Castelo de farsa = Isabella Taviani

04. Rolam as pedras = Kiko Zambianchi

03. Relampiando = Lenine

02. Último romance = Los Hermanos

01. Casa pré-fabricada = Maria Rita

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Guitar Hero


Quando eu comecei a me interessar por rock pra valer me informaram que existiam uns caras que eram verdadeiros Deuses da seis cordas. Sendo assim não tive escolha e para poder conversar com pessoas que entendiam muito comecei minha peregrinação... Steve Vai, Jimi Hendrix, Eddie Van Halen, Frank Zappa, Robert Johnson, Eric Clapton, B.B. King, David Gilmour, Santana... estes e tanto outros eram os caras. Cansei de rodar sebos atrás de discos, para não ficar de fora de uma conversa e não ouvir aquele frase comum quando se esta num grupo destes: "Você não conhece o cara... não sabe o que esta perdendo", era de matar quando esta frase era pronunciada.

Com o passar dos anos, alguns destes deuses passei a reverenciar, sempre continuando a eterna busca por alguma coisa... como a famosa 28 gravação de Robert Johnson, ou a capa do disco que abre este post.

Um belo dia fui apresentado a um jogo de Playstation, Guitar Hero. O objetivo? Tocar uma música usando os controles. Que coisa mais estranha... me senti um eremita, daqueles que ficam duas décadas longe da sociedade.

Depois desta experiência trágica tentei conhecer o jogo, e fiquei chocado. Aquilo que muitas bandas, revistas e roqueiros tentam fazer a anos, um jogo, muito bem bolado, conseguiu: Popularizou algumas bandas de metal na mesma velocidade dos solos de alguns virtuosos das seis cordas.

Para aqueles que ainda não sabem... tocar música, seja no Guitar Hero ou no Rock Band, já figura entre os três principais estilos de jogo para consoles. Uma verdadeira febre mundial.

Mas não é só isso. Algumas bandas esquecidas, simplesmente ressurgiram do limbo e suas músicas lotam mp3 de crianças e jovens. Tem bandas implorando para terem um jogo, ao melhor exemplo de Aerosmith ou Metallica.

Meu filho um dia acabou de tocar uma música e logo depois me perguntou se aquela banda era uma lenda do rock... Pultz... me lembrei dos meus anos de guri, quando alguém falava de uma banda que era desconhecida... por sorte ainda tenho memória para alguma coisa. Afinal explicar que o Heart teve uma importância no mundo do rock não é fácil.

Agora podemos gritar uma frase comum dos anos '80: "O ROCK NÃO MORREU!"

Agora sobre a atitude roqueira... bem, é melhor convesarmos mais tarde.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Local


Falando de HQ
Tem certas obras que se fossem lançadas nas bancas de revistas normais, irião passar tão batido, mas tão batido pelo público, que quando alguém comentar se foi lançada, vai cair no mito dos lançamentos.
Mas se a mesma revista for lançada para as inumeras livrarias e lojas de quadrinhos (Comics Shops), a coisa muda de figura... isto não quer dizer que ela vai ganhar as graças do público e ser eleita a melhor publicação do ano, com milhares e milhares de fãs espalhados por todos os cantos... mas alguns mortais vão poder ter aceso.
Bem, vamos deixar de enrolaração...
Local por Brian Wood / Ryan Kelly
Esta é uma daquelas histórias que se lançada em bancas passaria batido. Então viva as Comics Shops e as várias livrarias que já estão abrindo espaço para os quadrinhos no Brasil.
O objetivo da série inicialmente era apenas fazer um passeio pelas cidades americanas, onde a personagem, Megan McKeenan, uma garota de sardas e muito despojadas, vai nos conduzindo, oras como personagem principal, oras como coadjuvante.
O atrativo da revista estaria então em dois pontos:
I. O primeiro, óbvio, nas cidades, ao qual os autores tiveram a ajuda de alguns leitores, lhe enviando fotos de algumas cidades e seus pontos mais importantes.
II. Cada capítulo teria a diferença de um ano de um para outro. O que ao final de um ano teriamos doze edições em doze meses em doze cidade diferentes e nossa personagem, doze anos mais velha.
A única mudança foi na duração... 2 anos e meio praticamente, de 2005 a 2008.
A edição brasileira saiu em duas edições pela editora Devir:
Local: Ponto de Partida - O ponto alto, sem sombra de dúvidas é a terceira história que se passa em Richmond, Virginia, onde nossa jovem passa discretamente e o centro das atenções é uma banda de rock local.
Local: Fim da Jornada - A narrativa continua a mesma, mas a história começa a se tornar mais pessoal e introspectiva. Traumas e dores são revelados e ao final uma pergunta feita pela Megan faz o leitor refletir sobre decisões e atitudes.
Ao final de cada capítulo, os autores descrevem suas alegrias e agonias, isto sem contar na lista de músicas que usaram para fazer o capítulo. tem bandas altamentes locais, como velhas conhecidas do grande público.
O preço pode assustar de inicio, mas com um pouco de esforço vale a pena.
Abaixo segue o link do capítulo 3, que os autores liberaram, esta em inglês, mas já dápra ter uma idéia da obra.: http://blogs.myspace.com/index.cfm?fuseaction=blog.view&friendID=92159514&blogID=433798854
Algumas pessoas não entendem o motivo pelo qual carrego este nome a tanto tempo, afinal tenho este e-/2 a muito tempo. Sendo assim, vou oferecer aqueles que tiverem curiosidade de saber o que significa Gerion ou Gerião ou Geiron.

"Eis a fera com sua cauda aguda, que atravessa os montes e rompe os muros e armas! Eis aquela que em todo o mundo transpira e fede! - começou a me falar o mestre, enquanto acenava para a fera sinalizando que ela viesse à beira da pedra onde estávamos. E ela subiu com a cabeça e o busto, mas sobre a beira não descansou sua cauda. A sua face era a face de um homem justo, tão benignos mostravam-se seus traços, e de serpente era o resto de seu corpo. As suas garras e o seu tronco eram peludas. Tinha o dorso e peito ornados com pinturas de argolas e laços. Toda a sua cauda no vazio vibrava, torcendo sua forquilha venenosa, armada na ponta como um escorpião"
Divina Comédia por Dante.
Dante e Virgílio na garupa de Gerion, descem para o oitavo círculo (Canto XVII).
Ilustração de Gustave Doré século XIX).
É por conta deste livro, desta imagem e de um motivo insano para que este nome caminha ao meu lado. O livro que sempre dou uma lida.
Gerion é um ser da enganação. Segundo o Dr. Gregory House "Todo mundo mente".
Procuro me aproximar desta imagem para me lembrar sempre que enganar, trair e mentir é fácil.
A mentira é tão relativa quanto a verdade, tudo depende da crença de cada um.

domingo, 23 de agosto de 2009


Algumas pessoas não entendem o motivo pelo qual carrego este nome a tanto tempo, afinal tenho este e-/2 a bastante tempo.
Sendo assim, vou oferecer aqueles que tiverem curiosidade de saber o que significa Gerion ou Gerião ou Geiron.

Vamos começar por:
Os bois de Gérion
Gérion era um gigante de três cabeças e corpo triplo, filho de Crisaor e da oceânide Calírroe, possuidor de enormes rebanhos de bois "vermelhos". Vivia na mítica ilha de Erítia, situada no fim do rio Oceano que envolvia o mundo (possivelmente perto de Cádiz, no sul da Espanha).
Os animais eram guardados por um pastor, Eurítion, e pelo cão Ortro, filho de Equidna e Tífon, ambos monstruosos. Assim como Cérbero, seu irmão, Ortro tinha várias cabeças e, segundo algumas versões, corpo de serpente.
Héracles recebera ordens de roubar os rebanhos e levá-los a Euristeu e, antes de mais nada, precisava atravessar o enorme rio Oceano para chegar a Erítia. Conseguiu, por empréstimo, a taça de Hélio, depois de ameaçá-lo com suas flechas no deserto da Líbia. Ao passar pelo estreito que separa a África da Europa, ergueu as famosas Colunas de Héracles (os rochedos de Gibraltar e o de Ceuta, separados pelo "estreito de Gibraltar").
Chegando a Erítia, Héracles enfrentou primeiramente Ortro e Eurítion, e liquidou-os sem maiores dificuldades. Atacado a seguir pelo próprio Gérion, primeiro derrubou-o com suas flechas, e a seguir matou-o facilmente, a golpes de clava.
Retirado de: Portal Graecia Antiqua

Vamos ver no que vai dar isso...

Saudações,
O objetivo deste blog... caramba, me rendi a esta coisa... é soltar minha fúria nas noites, que serão frequêntes, já que estou tendo dificuldades em dormir...