Junte dois músicos de estilos quase diferentes.
O vocalista da banda alemã Rammstein, Till Lindemann, que se orgulha de cantar em alemão.
O multi-instrumentista, produtor e líder das bandas Hypocrisy e Pain, onde toca todos os instrumentos em estúdio e convida músicos para as turnês, Peter Tägtgren.
Esta parceria já estava sendo programada a vários anos, as reuniões iniciais ocorriam em bares, quando os dois se encontravam, mas nunca houve uma união formal, vide a agenda lotada das suas ocupações principais.
No final de 2013, Tägtgren anunciou um novo trabalho de sua "segunda" banda, PAIN, mas nada.
Em 2013, o Rammstein terminou a turnê de Made Germany e Lindemann teve um tempo para pensar na vida.
Finalmente o encontro em estúdio foi possível, quando Lindemann foi para o estúdio de Tägtgren e lá suas mentes insanas começaram a pensar.
Quando o anúncio da união foi divulgada, aqueles que conhecem o teor irônico das letras do Rammstein e das criticas pesadas do Pain sobre a sociedade, sabia que coisa boa estava vindo.
Lançado neste mês de junho de 2015, Skills in Pills é agressivo e perturbador.
A música que puxa o trabalho foi lançada no final de maio, Praise Aborte, com um vídeo. Para alguns, a letra pode parecer machista, mas vale um cuidado especial, a ironia é uma marca registrada do Lindemann em sua banda. Muitos homens só querem saber de sexo, mas existe as consequências para suas ações.
As criticas estão presentes em todas as faixas, voltada principalmente para o machismo e suas praticas.
O instrumental é um deleite a parte, Tägtgren nos conduz a um universo eletrônico, tanto do Rammstein quando do PAIN, mas criando algo com identidade própria e singular.
Segundo fontes, pode surgir outros petardo destes dois fantásticos senhores.
segunda-feira, 22 de junho de 2015
sábado, 6 de junho de 2015
Hindi Zahra
Ao fazer a seleção de músicas para um programa, encontrei
esta cantora franco-marroquina. Nascida em Marrocos, e cuidada pela mãe até os
quinze anos, quando se mudou com seu pai para Paris, chegando a trabalhar no Louvre, por um tempo.
O que me chamou a atenção foi o modo dela cantar, podemos
dizer de forma livre e solta que lembra as cantoras Billie Holiday, Patti Smith
e Norah Jones, alguns podem até falar que é exagero, mas tudo bem.
Aos trinta e seis anos, e com dois discos lançados, Handmade e Homeland, e alguma participação em filmes, seu nome vai se
consolidando, porém acredito um pouco distantes do grande público brasileiro,
diferente no mercado europeu, principalmente franco, onde já conquistou uma
quantidade de prêmios.
As músicas são cantadas em inglês, destaco do Handmade “Beautiful Tango”,”Oursoul”, “Stand Up”, e a bela “Imik Si Mik” cantada em berbere
. Do álbum Homeland, destaco “Silence”,
“Any Story” e “Broken Ones” e a “Un jour”,
cantada em francês.
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