sexta-feira, 3 de julho de 2015

Partidos vs Ideologias

O título pode parecer estranho, mas faz um sentindo tão lindo que assunta.
Quando pensamos em partidos políticos no Brasil, apesar de termos uma quantidade fantástica, apenas uns três ganham a preferencia do eleitorado: PT - PSDB - PMDB. Os outros brigam de forma desigual por chamar atenção: PSOL - PV - Solidariedade - PSB - PDT - PCO e outros tantos mini e micro. Mas qual a ideologia destes partidos?
Esta informação pode parecer besta, mas durante a Convenção Nacional na França Revolucionário, os aliados do governo, formados por nobres, ainda ligados a estrutural rural, procuravam defender seus interesses e os do governo, sentavam a direita da mesa diretora. A esquerda estavam os deputados contrários aos interesses do governo e a favor da participação do povo no processo administrativo, estes sentavam a esquerda. Ao centro estava um grupo de candidatos ligados aos seus próprios  interesses. Desta formação, nasceu o termo "partido de direita" ou "situação", apoiadores do governo, "partido de esquerda" ou "contrários aos governo" e por fim o partido do centro.
Agora analise os partidos brasileiros, poucos procuram manter suas pastas ou plataformas com afinco e para apresentar esta colocação, analise as últimas votações na Câmara e no Senado, a tão "falada"
 e esquecida Reforma Política. Em meio a tantos debates e discussões, pouco foi falado sobre o fim da reeleição, a continuidade do fundo de campanha dos partidos políticos, o fim do voto obrigatório, a união das eleições para todos os cargos, a volta dos cinco anos de mandato e a idade minima para os cargos eletivos da administração.
Os partidos deveriam votar segundo suas crenças e definições, mas o que temos é uma briga de interesses, quando a bancada governista procura unir forçar para aprovar os desejos do governo, a base contrária procura o inverso, mesmo que algumas das colocações possam já terem sido defendida por seus correligionário em anos anteriores. O que os franceses revolucionários falariam, caso fosse lhe dado esta dadiva de analisar a estrutura política brasileira? Possivelmente pediriam para voltar ao caixão e tranca-lo.
Pensar em reforma política e previdenciário neste momento da nação é primordial, porém da forma como estão fazendo, acredito que não iremos avançar nas mudanças fundamentais e primordial ao governo e a população como um todo, o que teremos, possivelmente, será uma reunião de alguns pontos e tá bom até demais.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Lindemann and Tägtgren

Junte dois músicos de estilos quase diferentes.
O vocalista da banda alemã Rammstein, Till Lindemann, que se orgulha de cantar em alemão.
O multi-instrumentista, produtor e líder das bandas Hypocrisy e Pain, onde toca todos os instrumentos em estúdio e convida músicos para as turnês, Peter Tägtgren.
Esta parceria já estava sendo programada a vários anos, as reuniões iniciais ocorriam em bares, quando os dois se encontravam, mas nunca houve uma união formal, vide a agenda lotada das suas ocupações principais.
No final de 2013, Tägtgren anunciou um novo trabalho de sua "segunda" banda, PAIN, mas nada.
Em 2013, o Rammstein terminou a turnê de Made Germany e Lindemann teve um tempo para pensar na vida.
Finalmente o encontro em estúdio foi possível, quando Lindemann foi para o estúdio de Tägtgren e lá suas mentes insanas começaram a pensar.
Quando o anúncio da união foi divulgada, aqueles que conhecem o teor irônico das letras do Rammstein e das criticas pesadas do Pain sobre a sociedade, sabia que coisa boa estava vindo.
Lançado neste mês de junho de 2015, Skills in Pills é agressivo e perturbador.
A música que puxa o trabalho foi lançada no final de maio, Praise Aborte, com um vídeo. Para alguns, a letra pode parecer machista, mas vale um cuidado especial, a ironia é uma marca registrada do Lindemann em sua banda. Muitos homens só querem saber de sexo, mas existe as consequências para suas ações.
As criticas estão presentes em todas as faixas, voltada principalmente para o machismo e suas praticas.
O instrumental é um deleite a parte, Tägtgren nos conduz a um universo eletrônico, tanto do Rammstein quando do PAIN, mas criando algo com identidade própria e singular.
Segundo fontes, pode surgir outros petardo destes dois fantásticos senhores.



sábado, 6 de junho de 2015

Hindi Zahra

Ao fazer a seleção de músicas para um programa, encontrei esta cantora franco-marroquina. Nascida em Marrocos, e cuidada pela mãe até os quinze anos, quando se mudou com seu pai para Paris, chegando a trabalhar no Louvre, por um tempo.

O que me chamou a atenção foi o modo dela cantar, podemos dizer de forma livre e solta que lembra as cantoras Billie Holiday, Patti Smith e Norah Jones, alguns podem até falar que é exagero, mas tudo bem.
Aos trinta e seis anos, e com dois discos lançados, Handmade e Homeland, e alguma participação em filmes, seu nome vai se consolidando, porém acredito um pouco distantes do grande público brasileiro, diferente no mercado europeu, principalmente franco, onde já conquistou uma quantidade de prêmios.

As músicas são cantadas em inglês, destaco do Handmade  “Beautiful Tango”,”Oursoul”,  “Stand Up”, e a bela “Imik Si Mik” cantada em berbere . Do álbum Homeland, destaco “Silence”, “Any Story” e “Broken Ones”  e a “Un jour”, cantada em francês.


Boa música.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Jornalismo - Carniceiros - Maioridade Penal

Se por acaso, sua pessoa gosta de acompanhar os telejornais, deve saber um detalhe fundamental, jornalista, às vezes é quase igual a devoradores de carniça, esperam o animal mais forte matar e se aproveitam dos restos mortais para alimentar-se

Mas este grupo de profissionais deve informar a população, com notícias fundamentais para sociedade. Então são seriam eles os carniceiros, mas sim, esta sociedade tão desejosa e sedenta de sangue e carne nos dentes.

Vou fazer um breve resumo de algo bastante curioso, eliminando os nomes dos envolvidos:

Começou no Congresso os debates da maioridade penal. Sim, eu sei, os debates caminham em todas as direções possíveis, para os que defendem e para os atacam. Os argumentos são fortes dos dois lados e não vou entrar no âmbito das questões, minha intenção esta longe de ser esta.

Semanas depois, um jovem de 15 anos no Rio de Janeiro ataca com arma branca, (quantas pessoas neste país sabiam que arma branca é punhal, faca e companhia?), um médico, levanto a óbito. Continuando, o jovem é reconhecido, recolhido e se descobre que tem mais de 15 passagens pela polícia. Agora um Deputado deseja reabrir as discussões acerca do uso de armas brancas no Brasil, mas não se fala nada da maioridade penal.  O foco é sobre os ataques com arma branca e não mais os jovens praticando delitos, sejam eles leves ou graves.

Voltando ao ponto inicial, os devoradores de carniça. Um cidadão teve de perder a vida para se levantar uma discussão engavetada no Congresso a mais de dez anos, mas outro ponto se perde ou pouco é comentado. Falar sobre a maioridade penal é abordar o sistema judiciário e prisional de um país que possui leis conflitantes em alguns casos. Vamos celebrar a prisão de corruptos e trancafia-los em celas modelos, enquanto parte dos nossos detentos superlotam as prisões.


Quando iremos deixar de sermos surfistas e iremos virar mergulhadores? Deixar de ver os problemas de forma superficial e abrir um debate amplo e aberto e resolver os problemas? Até lá, continuaremos sendo carniceiros sociais.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Tentando voltar as atividades

Aqui estou novamente, tentando colocar minhas loucas e estranhas ideias fora da minha mente atormentada e insana.
Fazem mais de dois anos que publiquei algo, neste longo intervalo de tempo, muitas coisas acontecem, algumas boas e outras nem tanto, mas tudo depende do modo de vista, da forma como são observadas e absorvidas com o passar do tempo.
O objetivo deste blog é falar de coisas importantes e outras nem tão importantes.
Vou tentar publicar com alguma regularidade, para alguém ler e talvez voltar, talvez nunca mais aparecer, talvez comentar, talvez compartilhar, talvez e muitos outros talvez.